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TOP 10 ANIMAÇÕES
10 - Shrek (Shrek, 2001) Dir.: Andrew Adamson & Vicky Jenson

9 - Uma Cilada para Roger Rabbit (Who Framed Roger Rabbit, 1988) Dir.: Robert Zemeckis

8 - Fivel - Um Conto Americano (An American Tail, 1986) Dir.: Don Bluth

7 - O Príncipe do Egito (The Prince of Egypt, 1998) Dir.: Brenda Chapman, Steve Hickner & Simon Wells

6 - O Rei Leão (The Lion King, 1994) Dir.: Roger Allers & Rob Minkoff

5 - Aladdin (Aladdin, 1992) Dir.: Ron Clements & John Musker

4 - O Expresso Polar (The Polar Express, 2004) Dir.: Robert Zemeckis

3 - Em Busca do Vale Encantado (The Land Before Time, 1988) Dir.: Don Bluth

2 - A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro No Kamikakushi, 2001) Dir.: Hayao Miyazaki

1 - A Bela e a Fera (Beauty and the Beast, 1991) Dir.: Gary Trousdale & Kirk Wise

Escrito por Gabriel Carneiro às 11h25
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Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith (Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith, 05)
Pode conter spoilers.
Não posso dizer que sempre fui um fanático pela série, porque meu contato com a trilogia original só veio há umas duas semanas com a exibição na Fox, a qual sou muito grato por isso. Oportunidades não me faltaram, mas assistir dublado no SBT não é algo que eu chame de diversão. Já estava até pensando que só iria ver a Triologia iniciada em 1977 e terminada em 1983, depois de ver os epidódios novos. E assistindo a saga completa, agora, posso dizer que sou um fã dela, mesmo não idolatrando todos os filmes. Mas não posso deixar de mostrar minha empolgação com toda filosofia e aspectos históricos por trás de Star Wars, ou Guerra nas Estrelas - que a meu ver é muito mais que mero entretenimento. Como assisti A Vingança dos Sith por último, e por já ter assistido o trailer, minha expectativa era muito grande, achando que esse seria provavelmente o melhor, ou estaria quase lá. Manipulação de poder é algo legal, seres maniqueístas são legais, e queria muito disso no filme. E, felizmente, todas minhas expectativas foram atingidas. Star Wars III é provavelmente o melhor episódio da saga, pau a pau com Uma Nova Esperança. O mais sombrio, o que tem mais cenas em que me arrepiei, o que mais se assemelha com os três originais, o único com uma vitória evidente do mal.
Os fanáticos pela saga criticaram Lucas pelos Episódios I e II, pricipalemente por que queriam Darth Vader, e não o que está por trás de toda aquela história de intrigas e imprudências. Eu não gosto do Episódio I, mas gosto do II, e creio que agora, com todos vistos, irei gostar muito mais deles. Tecnicamente e qualitativamente são bons filmes, que se tornam vazios por serem incompletos. Bem que Lucas estava correto ao afirmar que, quem não gostou dos anteriores, gostará agora, que faz muito mais sentido. Ele conseguiu juntar as duas pontas, sem deixar um só ponto sem ser explicado. George Lucas mostra como tem não só capacidade para arrecadar milhões em dinheiro (160 milhões de dólares já no primeiro fim de semana nos EUA) - e milhares de seguidores pelo mundo -, mas também criar uma incrível jornada pela fantasia que ocorreu numa galáxia distante há muito tempo atrás. Não digo que a originalidade esteja no roteiro - que é basicamente um amontoado de intrigas familiares e fatos ocorridos que se tornaram histórico -, mas sim na transposição de um universo na qual pequenos e insignificantes detalhes de nossa existência tomam lá proporções gigantescas. É a questão de quem tem a Força - creio que aí reside o fato de muitos considerarem o Jedi como uma religião, que não deixa de ser verdade, por ser uma crença. Outro filme, recentemente visto em breve comentado é Old Boy, que explora as singularidades da vida, e suas importâncias.
O interessante do filme é ver como todo ato tem sua consequência, por mais banal que seja um ou outro. E mesmo com toda sua sina moralística - egoísmo, egocentrismo, e quase tudo é errado, pregando praticamente tudo que a Igreja Católica diz -, a película mostra o lado caótico das coisas, como não é sempre que o bem triunfa sobre o mal. Imaginem o mundo como no final de O Retorno do Jedi. Exato: ECA! - vocês não imaginam meu desapontamento com o final mega feliz do filme. Em A Vingança dos Sith, tudo que vivemos se encontra lá. E isso que torna tudo tão fantasticamente intrigante obscuro. Uma pessoa, cega de amor, protelando pela vida de sua amada, mesmo contra todos, inicia uma viagem pela obstinação e servidão, tentando encontrar uma possível solução para a sobrevivência desta. Poético, não? Uma pena terminar com aquele "Nãooooooo" extremamente forçado.
O filme narra a ascenção do Império e de Palpatine e a queda dos Jedi, já corrompidos pelo poder. Anakin Skywalker passando para o negro da Força, e o nascimento dos gêmeos Luke e Leia fazem parte dessa trama.
O principal destaque para mim foi Ian McDiarmid, fantástico como Palpatine, o cara conseguiu se igualar ao fabuloso Alec Guinness como Obi-Wan Kenobi nos três últimos episódios. Brilhante suas impressões demoníacas e gestos maquiavélicos, transformando-se em tudo aquilo que é mal. Minha torcida para qualquer prêmio como coadjuvante vai para ele. Hayden Christensen não é ruim, uma pena ele não ter a carga dramática para interpretar alguém tão complexo como Anakin/Vader. Mas eu acho bem legal o momento que o lado negro floresce em seu rosto (aka. 1ª foto). Ewan McGregor é um dos meus atores preferidos da atualidade, mas lhe falta o carisma de Guinness. Nenhum grande destaque para os outros.
Cenas desde já antológicas: Lutas entre Obi-Wan e Anakin, Mace Windu e Palpatine, Yoda e Palpatine - e a luta entre Doku (recuso-me a traduzir um nome) e Anakin/Obi-Wan é legal também -; Palpatine levando Anakin para o lado negro e a transformação em Vader; o final dos heróis e a cena em que se encerra. Não posso esquecer de mencionar as aparições de Chewbacca, C-3PO e R2-D2. Eu adoro os três, e me divirto bastante com eles.
A Vingança dos Sith é uma das melhores surpresas do ano, espero que os próximos blockbusters estejam a altura desta obra-prima da ficção. Agora quero conhecer mais da saga, revê-los e comprá-los, qurero um sabre de luz e uma fantasia do Darth Vader. Star Wars é uma coisa legal para caramba, e quanto mais conflitos, mais legal.
Nota: 88/100
Escutando: CD (O - Damien Rice); Música (Under Pressure - Queen e David Bowie)
A Descobrir
Agora ou Nunca (All or Nothing, 02) - Filmaço de Mike Leigh, o mesmo que dirigiu o fraco Vera Drake. Em Agora ou Nunca, muito mais maduro e mais melancólico, narrando a história de um casal, que já muito distantes, têm de enfrentar algo além das adversidades comuns da vida, e isso os trará a um novo plano. Timothy Spall merecia muito mais reconhecimento por esse filme, tremendamente fantástico. Adoro atores que exalam depressão e melancolia. Preciso rever, deve melhorar assim. E assim que a vida continua. [87]
Escrito por Gabriel Carneiro às 22h48
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TOP 10 SUSPENSE
Obs.: Não sei se a décima posição seria essa mesma, mas foi o que me ocorreu. Obs2.: Continuo aceitando sugestões para novos TOPs, ficção científica ainda me exige mais um cinco filmes para eu realmente realizar um bom top, e filmes nacionais me faltam ainda muitos.
10 - Depois Daquele Beijo (Blowup, 1966) Dir.: Michelangelo Antonioni

9 - Os Outros (The Others, 2001) Dir.: Alejandro Almenábar

8 - Retratos de uma Obsessão (One Hour Photo, 2002) Dir.: Mark Romanek

7 - Coração Satânico (Angel's Heart, 1987) Dir.: Allan Parker

6 - O Sexto Sentido (The Sixth Sense, 1999) Dir.: M. Night Shymalan

5 - O Suspeito da Rua Arlington (Arlington Road, 1999) Dir.: Mark Pellington

4 - Um Corpo que Cai (Vertigo, 1958) Dir.: Alfred Hitchcook

3 - Os Suspeitos (The Usual Suspects, 1995) Dir.: Brian Singer

2 - O Silêncio dos Inocentes (The Silence of the Lambs, 1991) Dir.: Johnathan Demme

1 - Janela Indiscreta (Rear Window, 1954) Dir.: Alfred Hitchcook

Escrito por Gabriel Carneiro às 17h47
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A Queda! - As Últimas Horas de Hitler (Der Utergang, 2004)
Adolf Hitler foi um homem mau, certo? Matou, direta ou indiretamente, milhares de pessoas. Foi a grande razão de ter existido o Holocausto. Prendeu milhares de judeus em campos de concentração, e devido a isso 6 milhões deles foram mortos. Perseguia, além de judeus, comunistas, homossexuais e todos que eram contra seu totalistarismo ariano infundamentado. Quis dominar o mundo, e se não fosse uma tática errada de seu aliado, Benito Mussoilini, provavelmente teria conseguido. Cometeu a maior atrocidade do século XX, dizimando grande parte da população. Cometeu um genocídio. Com todos esses fatos só pode-se dizer que o "Füher" (Líder) era um homem perverso, insano, e maldade em pessoa. E o que aconteceria se um dia alguém virasse e dissesse: "Sim, Hitler era louco, suas teorias de superioridade de raça eram extremanete precipitadas, mas ele era alguém que tinha esperança e acreditava naquilo que fazia. Hitler, pode ter causado tudo isso, mas fez por seu ideal. Ele acreditava no que fazia, e por isso o fazia. Teria sido uma das melhores pessoas do mundo, se não fosse psicologicamente afetado." - É principalemente isso que se pode extrair do filme (e muito mais).
Eu sempre fui ávido por saber cada vez mais e mais de História. Segunda Guerra Mundial sempre me fascinou, acho fantástico a maneira como decorreu todas essas atrocidades, isso sempre me chamou atenção - não só a 2ª GM, mas quase todos grandes conflitos, mas nenhum como essa guerra e seus líderes, e quando falo seu líderes, me refiroo apenas a Benito Mussolini e Adolf Hitler -, e agora, com a comemoração dos 60 anos de fim de Segunda Guerra, estou me esbaldando. A mídia nos presenteia incansavelmente com matérias e artigos sobre esse fato, e quem foram esses homens. E, sem dúvida, esse filme veio a calhar. Nem preciso dizer, que estava lá, para conferir A Queda! na estréia. Nunca vi um filme que retrate tão bem um homem tão vazio como o ditador nazista. Já vi filmes melhores sobre esse período, mas nenhum que falem diretamente sobre tão peculiar figura.
O objetivo do filme é mostrar um Hitler mais humano, desgastado por/com tudo aquilo. Conseguir, consegue. Mas por trás disso ainda vemos um Hitler mais alucinado, mais hipócrita, mais egocêntrico na sua vida reclusa do que se imaginaria. O que não deixa de ser humano, pois, pelo próprio conceito, a humanidade é imperfeita e cheia de falhas. Oliver Hirschbiegel torna tal figura num homem determinado, mesmo que inseguro nos últimos dias em seu bunker, aclamado por muitos - seguidores que realmente acreditavam que seu domínio era algo essencial para a natureza de um novo mundo, regado pela perfeição - e odiados por muitos outros. O "Füher" acreditava tanto que estava fazendo um bem a humanidade, que mesmo em seu momento final, creditava a derrota aos cidadãos e parte dos militares alemãos - e não à loucura deste.
Muito já se sabem respeito de ditadores malucos, aliás, que ditador bate bem da cachola? todos tem seu revés. Mesmo abastados em poder, algo sempre dá errado. Pois nada é eterno. Mas ditadura é sempre algo maligno? Se for assim, o bem sempre triunfará sobre o mal? E, se todo ditador tem a índole maligna, qual a diferença entre eles? Ou tudo apenas não passa de uma corrida para ver quem consegue ser mais popular, e matar e destruir mais - Vejam Stálin, Hitler, Mussolini, Mao Tsé Tung, Fidel Castro |todos tem sua parcela de loucura, todos são fascistas, alguns mascarados, outros deslavados|? Eu particularmente não concordo com isso, pois ainda acho que Getúlio Vargas foi o melhor presidente do Brasil, e que Mussolini estava no camiho certo que não fosse por Hitler. Ah, e mais uma coisa: Se todos ditadores são malignos, e vestem toda aquela pompa, eles se redimem de alguma maneira ao mostrar seu lado humano quando está tudo no final (covardia, culpa, fracasso, desistência...)?
Traudl Junge, secretária do "Füher" narra últimos dias dele (e não só as horas como aponta o errôneo subtítulo).
O grande destaque da película é Bruno Ganz, sim, soa redundante mais um idiota falando tão bem de um paspalho tão bem em cena, mas Ganz é tudo o que falam. Ele é Hitler em cinco minutos de projeção, com todo aquele visual excêntrico, de cabelo para o lado, bigodinho milimetricamente simétrico e mal de Parkinson. Consegue até passar todo carisma que o ditador utilizou para cativar metade da Europa. Sensacional seu trabalho nesse filme, que Ray Charles que nada, quem merecia o Oscar era Hitler. Chiliques em perfeição. Também gosto de Alexandra Maria Lara, que faz sua secretária.
Destaque ainda para toda equipe técnica que conseguiu recriar esplendidamente o bunker e para Stephan Zacharias, compositor responsável pela ótima trilha sonora. O único possível problema do filme são suas duas horas e quarenta minutos, que podem torná-lo um pouco cansativo para aqueles que não apreciem tanto tal contexto histórico.
Nota: 92/100
Escutando: CD (I Am a Bird Now - Antony and the Johnsons); Música (All Dead All Dead - Queen)
A Descobrir
A Última Gargalhada (Der Letzte Mann, 1924) - Filme que compõe o período do Expressionismo alemão que consegue ser fantástico sem nos dizer uma única palavra sequer. Já havia visto O Anjo Azul antes, mas achei muito chato e cansativo - preciso rever urgentemente depois que contemplei este exemplo de cinema, quero mais e mais. A sobriedade a angústia da personagem central + o visual impecável, que varia nas tonalidades de preto = uma das histórias mais simples e sinceras que já vi. Dá-lhe F. W. Murnau. [90]
Escrito por Gabriel Carneiro às 13h20
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TOP 10 MUSICAL
10 - O Fantasma da Ópera (The Phantom of the Opera, 2004) Dir.: Joel Schummacher

9 - A Fantástica Fábrica de Chocolates (Wiiliy Wonka & The Chocolate Factory, 1973) Dir.: Mel Stuart

8 - Labirinto (Labyrinth, 1986) Dir.: Jim Henson

7 - Hair (Hair, 1979) Dir.: Milos Forman

6 - Grease - Nos Tempos da Brilhantina (Grease, 1978) Dir.: Robert Kleiser

5 - O Mágico de Oz (The Wizard of Oz, 1939) Dir.: Victor Fleming

4 - My Fair Lady - Minha Bela Dama (My Fair Lady, 1964) Dir.: George Cukor

3 - Moulin Rouge - Amor em Vermelho (Moulin Rouge!, 2001) Dir.: Baz Lhurman

2 - Amor, Sublime Amor (West Side Story, 1961) Dir.: Jerome Robbins e Robert Wise

1 - Cantando na Chuva (Singin'in the Rain, 1952) Dir.: Stanley Donen e Gene Kelly

Escrito por Gabriel Carneiro às 16h55
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TOP 10 COMÉDIA
PS: Foram excluídos Comédias Românticas, Dramáticas e Teen (estilo American Pie).
10 - Quem Vai Ficar com Mary? (There's Something About Mary, 1998) Dir.: Farrely Brothers

9 - Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard, 1950) Dir.: Billy Wilder

8 - O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain (Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain, 2001) Dir.: Jean-Pierre Jeunet

7 - Adaptação (Adaptation, 2002) Dir.: Spike Jonze

6 - Tempos Modernos (Modern Times, 1936) Dir.: Charles Chaplin

5 - Alta Fidelidade (High Fidelity, 2000) Dir.: Stephen Frears

4 - Cliente Morto Não Paga (Dead Men Don't Wear plaid, 1982) Dir.: Carl Reiner

3 - O Grande Ditador (The Great Dictator, 1940) Dir.: Charles Chaplin

2 - Luzes da Cidade (City Lights, 1931) Dir.: Charles Chaplin

1 - Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot, 1959) Dir.: Billy Wilder

Escrito por Gabriel Carneiro às 12h57
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1 ano
Hoje meu querido blog faz um aninho. Viva. Pretendia fazer uma festa, convidar algumas pessoas e criar alguma interação. Faltou-me idéias, e não fiz nada. Quem sabe se me surgir algo faço isso durante o mês. Sugestões são aceitas.
Quero agradecer a todos que frequentaram o blog esse ano, e espero que continuem a fazê-lo. É sempre muito gratificante poder receber comentários de diversas pessoas de diversos lugares, ora com opiniões similares, ora contrárias.
Também quero agradecer ao ABCine e a Liga dos Blogues Cinematográficos, da qual faço parte.
Eu simplesmente odeio isso. Escrever um post insosso sobre uma data que ninguém tá nem aí, mas fazer o que? E fora que eu podia fazer algo interessante, já tava tudo na minha cabeça, mas foi só sair de frente da tela que tudo esvaziou.
Ah, comuniquem-se comigo. Falem o que querem. Mandem email, mas nessa caixinha de comentários abaixo faço questão dos tradicionais Parabéns! e coisas do gênero.

Esse aí sou eu. 17 anos com 1 de blog.
Escrito por Gabriel Carneiro às 21h55
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Filmes vistos em Abril legenda: revistos
- O Chamado 2 (The Ring Two, 05)
[44]
- Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Know What You Did Last Summer, 97)
[60]
- Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Still Know What You Did Last Summer, 98)
[29]
- O Casamento de Romeu e Julieta (Idem, 05)
[79]
- O Fantasma da Liberdade (Le Fantôme de la Liberté, 74)
[100]
- Cidade de Deus (Idem, 02)
[93]
- De Justin para Kelly (From Justin to Kelly, 03)
[23]
- O Clã das Adagas Voadoras (Shi Mian Mai Fu, 04)
[78]
- Lugares Comuns (Lugares Comunes, 02)
[69]
- Machuca (Idem, 04)
[70]
- O Indomável - Assim é Minha Vida (Nobody's Fool, 94)
[45]
- Os Idiotas (Idioterne, 98)
[27]
- Cliente Morto Não Paga (Dead Man Don't Wear Plaid, 82)
[96]
- Maria Cheia de Graça (Maria Full of Grace, 04)
[40]
- De Corpo e Alma (The Company, 03)
[50]
- Quase Dois Irmãos (Idem, 05)
[70]
- Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Best Years of Our Lives, 46)
[75]
- Uma Saída de Mestre (The Italian Job, 03)
[57]
- Os Imperdoáveis (Unforgiven, 92)
[96]
- O Sétimo Dia (El Séptimo Dia, 04)
[30]
- Agora ou Nunca (All or Nothing, 02)
[87]
Comentários: 21 filmes vistos no mês, um número, acredito eu baixíssimo, mas devido a provas e ensaios extras no teatro. Escrever aqui no blog está ficando bem mais díficil, mas não pretendo acabar com ele por um bom tempo. - O Chamado 2 é um lixo completo se comparado ao primeiro, uma pena; Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado me surpreendeu, até que é bem divertido; Prefiro Herói a O Clã das Adagas Voadoras, mas este não deixa de ser um filmaço; Lugares Comuns e Machuca são belos exemplos de filmes latinos que conseguem mostrar não só as patalogias da sociedade, mas também os conflitos interiores das personagens; Os idiotas é um belo exemplo de que qualquer idiota (perdoem-me o trocadilho) consegue fazer um filme se tiver uma câmera na mão; Maria Cheia de Graça seria melhor se não fosse tão superficial, assim como O Sétimo Dia; Agora ou Nunca é filmaço que traz elementos que eu adoro: personagens deprimentes, sem esperança na vida, cansados dela e com ótimos atores.
Escutando: CD (Dear Catastrophe Waitress - Belle and Sebastian); Música (Crazy For You - Madonna)
Melhores filmes:
- O Fantasma da Liberdade
- Os Imperdoáveis
- Cliente Morto Não Paga
- Cidade de Deus
- Agora ou Nunca
Piores filmes:
- De Justin Para Kelly
- Os Idiotas
- Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado
- O Sétimo Dia
- Maria Cheia de Graça
Escrito por Gabriel Carneiro às 15h34
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